Quer saber onde tem o melhor petit gâteau de Porto Alegre?

É interessante como um mesmo tema pode ter uma gama imensa de variações…
Hoje vivi uma experiência interessante: por conta da minha herança genética paterna sou louca por doces. Meu pai é praticamente aparentado com as formigas; por que não herdei o (des)gosto da minha mãe por doces? Ela consegue guardar os chocolates da Páscoa por meses…
Mas eu raramente os como; porque sabemos que doce vicia, e, como diz uma amiga da Tâmim, “um minuto na boca e o resto da vida nas coxas”, né… assim, sigo fiel no meu relacionamento com a gelatina, que me acompanha diariamente (só pra dizer que como sobremesa no almoço), e nem dou uma flertadinha com as iguarias do buffet, que é pra não cair em tentação.
Então isso significa que quando faço uma concessão tem que ser um doce que valha muuuuuuuuuito a pena.
Daí que estávamos eu e a Tâmim sentadinhas num café de shopping hoje e já tinha avisado: “hoje estou a fim de comer um doce”; ao que me sugeriu ela que pedisse um petit gâteau de doce de leite; acedi com gosto, pedindo que o dito cujo viesse acompanhado de tortinha de sorvete.
O que eu tinha em mente era o maravilhoso, fantástico, apetitoso, petit gâteau de doce de leite do Chicafundó. Gente, que decepção…
De cara vi que não chegava perto daquele. Primeiro porque a calda de chocolate eram uns respingos aqui e ali. E aquele bolinho com cara de seco ao lado da tortinha com cara de seca. O tamanho até que era bom, mas faltava alguma coisa ali… Como gente bonita sem conteúdo, sem alma, sabe?
Dito e feito. E pior: o doce não era doce. Pra mim, parente das formigas, doce tem que ser doce de arder a goela, como diz a Tâmim.
Bá, que decepção… Frustrante.
Tchê, não me agüentei. Não ia ficar com aquela frustração… Fui reto para o Bourbon da Assis Brasil, para a Confraria do Café, que serve o melhor petit gâteau de Porto Alegre. Expliquei pras gurias a minha desdita e que precisava de um petit gâteau no capricho, como só elas sabem fazer, pra apagar dos meus sentidos a malfadada experiência do doce insosso.
Não deu outra: veio aquele prato lindo, o bolinho se desmanchando, quentinho; o sorvete coberto pela mais do que generosa cobertura de chocolate beeeem doce. Tudo de bom…
Como postou a Tâmim no Face, “porque eu mereço” (sim, né, porque é óbvio que a Tâmim não perdeu a oportunidade única de degustar a iguaria), rsrsrs.
Registro pra dar água na boca de quem está lendo:

Agora é sério, gente: a Confraria do Café tem o melhor petit gâteau (tradicional) da cidade. Bourbon Assis Brasil e Bourbon Country. Tudo que já provei lá é ótimo, tanto salgados quanto doces. E na loja do Bourbon Country ainda há o Talk and Coffee, um happy hour semanal em inglês. Maiores informações sobre o local, clique aqui .
É claro que petit gâteau de doce de leite não tem como o do Chicafundó. Pra relembrar:

A Wikipédia explica mais sobre o doce (nem sabia que teria surgido por acidente). Fecha com o que escreve o Olivier Anquier , francês legítimo, a respeito (não consegui fazer o tal vídeo funcionar; mas pra mim não faz diferença, diz que ele tá ensinando a fazer o petit gâteau e eu não ia fazer em casa mesmo).
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