Lilia Cabral, a Ferrari da atuação

No final de semana passado li uma matéria publicada há alguns meses a respeito da Lilia Cabral e fiquei refletindo a respeito.
Em 2003 a Lilia levou o livro Divã para a Globo, sugerindo que fosse transformado em série. Ideia rejeitada. Então ela o levou para patrocinadores teatrais, que toparam o projeto. A peça estreou em 2005 e foi um sucesso. Em 2009 virou filme e oito anos depois, em 2011, finalmente estreou como série na Globo.
Ou seja, baita sacada da Lilia Cabral.
Após vinte e seis anos de papéis secundários na Globo ela finalmente foi alçada ao primeiro escalão das atrizes da emissora.
Por óbvio que esse tempo de estrada e de casa (Globo é Globo) devem ter contribuído para burilar o talento da Lilia. Mas o fato é que esse talento sempre esteve ali. Um dos diretores diz que ela é a Ferrari da atuação. Gente, como alguém tem uma Ferrari há vinte e seis anos na garagem e não se dá conta disso?
Em homenagem à Lilia Cabral, segue a matéria da Veja: clique aqui . É só clicar na página que ela amplia. E na seta vermelha no canto inferior direito para virá-la.
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