Hotel Panda

Se você tem planos de ir a Roma, não sabe onde se hospedar, não quer gastar muito e quer ficar em uma vizinhança espetacular, hospede-se no Hotel Panda.
No ano passado, aproveitando uma conexão que ia fazer em Roma no retorno de Israel, resolvi ficar uns dias na cidade.
Nunca tinha organizado nenhuma viagem para o exterior e me vi naquela situação do “e agora?”, já que não conhecia nada de Roma…
Não te mixa, lagartixa… Comprei vários guias de viagem e me pus a furungar neles e na internet.
Primeiro passo: descobri a região onde queria ficar. Na Piazza di Spagna, que todas as fontes de referência afirmavam ser o local de várias lojas elegantes e onde havia muitos pontos que gostaria de visitar.
Porém, todos os hotéis eram caríssimos.
Pesquisa, pesquisa, pesquisa, achei essas descrições do Panda:
“em uma rua repleta de cafés no elegante bairro de compras de Roma, o Panda oferece hospedagem básica e agradável (uma semana de estadia custa menos que um terno Armani)”. Guia Roma dia a dia, Frommer’s e Publifolha, p. 144.
“Atraente hotelzinho com clientela fiel, oferece acomodações despretensiosas e baratas, numa das áreas mais caras de Roma. Quartos limpos, com ou sem banheiro, mas todos com ar-condicionado, telefone e acesso à internet. Dois quartos exibem afrescos originais do século 19. Atendimento simpático”. Roma, Guia Visual, Publifolha, p. 302.
Confesso que essa última me ganhou. Primeiro, é um prédio histórico. Há quartos com afrescos originais do século 19. (tudo bem, isso tanto pode ser para o bem ou para o mal, podia ser um prédio decadente… porém, se tem ar condicionado, internet, não podia ser tão ruim). Segundo, diz que tem clientela fiel. Se fosse ruim, não teria. Terceiro, diz que é barato, numa das áreas mais caras. Quarto, Ar condicionado, telefone e internet. Me ganhou!!! Ainda mais que era próximo ao De Russie, carééééésimo…
Fui pro site. “Atmosfera familiar, preços econômicos”… E quando vi as fotos da vizinhança só fortaleceu a minha convicção de ficar ali.
E não me arrependi. Chuveiro maravilhoso, ar condicionado que funcionava, internet wi-fi, tudo de bom. No site diz que cobram pelo ar; mas não me cobraram. E a internet é de graça – o meu hotel de Jerusalém cobrava.
Na própria Via della Croce há várias opções para alimentação, há mercearia e farmácia (maravilhosa para comprar produtos La Roche-Posay e Vichy infinitamente mais baratos que aqui).
E o melhor: dali é possível ir a todos os pontos turísticos mais badalados a pé. E se não se quiser caminhar, há uma estação de metrô super próxima.
Reservei por e-mail e não paguei nenhuma taxa adiantada. Saiu 98 euros a diária para duas pessoas, em quarto com banheiro – cuidar isso, há quartos com e sem banheiro; sem café da manhã, porque o hotel não o oferece (vários hotéis não oferecem); mas vi no site que agora eles estão com um convênio com o D’Angelo –  um restaurante/café na mesma quadra que é fantástico e fica aberto desde de manhã cedo até tarde da noite – que oferece uma bebida quente, um croissant e um suco de frutas por 5 euros por pessoa. Vi que agora está 108 euros.
Para visitar o site, clique aqui 
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