Tendências para os próximos 50 anos

A revista Cláudia desse mês, edição comemorativa aos seus 50 anos de existência (Angélica na capa, dourada), trouxe uma matéria muito interessante chamada “50 tendências para os próximos 50 anos”.
Como ainda não está no site, vou compartilhar aquelas que mais me chamaram a atenção.
“11. As mulheres maduras serão exemplo e inspiração para as mais jovens, que vão considerá-las experientes e com ensinamentos a transmitir. A supervalorização da juventude, tão marcante na nossa cultura, começa a ceder lugar ao encanto da sabedoria.
17. As casas terão plantas individualizadas, norteadas pelo estilo de vida de sua dona. Não será nada exótico ter um apartamento sem cozinha ou lavanderia, por exemplo, mas com ateliê de costura, academia de pilates ou sala de brinquedos.
21. Os estudos apontam para tecidos autolimpantes (que ficam limpos automaticamente) e termorreguladores (que aquecem ou refrescam o corpo de acordo com a temperatura ambiente). ‘Os avanços serão no sentido de trazer praticidade e conforto para o dia a dia’, afirma Silvana Eva, gerente de produto da marca Lycra no Brasil.
22. A tendência worry free predominará nos tecidos. ‘A ideia é desenvolver fibras que dispensem cuidados excessivos ao lavar ou passar roupas’, acredita Marcia Jorge, stylist, de São Paulo.
28. ‘O conceito de beleza vai se afastar do padrão aniquilante de hoje’, acredita a cientista social Celia Belem. O que importará no futuro será cuidar-se bem, sobretudo da pele, do cabelo e dos dentes.
44. Nas empresas, as gestões se tornarão mais humanas e dinâmicas. A hierarquia existirá de forma mais flexível. ‘Para determinada atividade, um profissional assumirá o comando – independentemente do seu nível hierárquico. Em outra, essa coordenação mudará de mãos’, explica Anna Zaharov, coach e consultora, de São Paulo.
45. O profissional será estimulado a entender as profissões relacionadas à função dele e também a dominar as regras gerais do negócio.
46. ‘As futuras gerações deixarão de ter como referência a agilidade da máquina e se voltarão para um tempo mais humano, menos frenético’, acredita Alvaro Guillermo, diretor da agência de estratégias criativas Mais Grupo, em São Paulo.
48. ‘A ideia do trabalho associado ao sacrifício e que empobrece a vida pessoal estará desvinculada dos valores do futuro. O workaholic será visto como uma figura depreciativa e triste’, avalia o sociólogo Gabriel Milanez, da Box 1824, em São Paulo.
49. Hobbies, estudos e pesquisas pessoais se tornarão fontes de renda alternativa. Uma estilista também poderá ser DJ no tempo livre, estudar mitologia grega – talvez dar palestras sobre o assunto – e trabalhar com animais abandonados. ‘As gerações serão do ‘e’, não do ‘ou’, diz Milanez.
50. Cada vez menos a formação acadêmica estará vinculada ao emprego que o profissional irá conquistar. Mulheres e homens precisarão de autoeducação contínua para entender o mundo e as novas dinâmicas, preparando-se para desempenhar diferentes papéis.”
Vale conferir.
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