Diário de Viagem – Itália – parte 3

Observando o povo aqui na Itália, não posso me furtar de comparar com a minha experiência em Paris…

Não falo do contato próximo, mas mais de quando estamos em grupo… O comportamento dos franceses, tão mal afamados, foi mais afável, por incrível que pareça… 
É claro, existe toda uma técnica de abordagem das pessoas. Ainda que você não fale a língua do país que está visitando, abordar um nativo o saudando em sua própria língua desperta simpatia na hora, em grande parte dos casos. Mesmo nos franceses.
Aqui na Itália, quando estamos no nosso grupo de chegados, até não noto tanta diferença.
É interessantíssimo como nós, brasileiros, despertamos curiosidade e somos recebidos calorosamente na maioria das vezes, quando estamos em nosso pequeno grupo. Pelo simples fato de sermos brasileiros. E isso não é só na Itália. Observei o mesmo em Israel e Lisboa. Em Paris também, embora em menor escala.
Capítulo mulheres desacompanhadas na Itália: já havia lido algumas coisas a esse respeito em blogs na internet, de que mulheres sozinhas na Itália podem ser abordadas de maneira, digamos, mais impetuosa… E que muitas vezes há quem pense que as brasileiras são moças de vida fácil, por assim dizer… 
Esse também foi um dos motivos que me fez optar por viajar em grupo. 
Não passei nenhum aperto, além de ouvir várias vezes que tenho belli occhi. Mas estou sempre em grupo, ou no grande, ou no meu círculo de chegados…
O próprio guia da Folha de São Paulo tem um tópico falando só sobre isso, que vale a pena ler.
De uma maneira geral, portanto, em momentos “turistada” o tratamento é meio “bruto”, na acepção italiana da palavra, aqui na Itália… Porém, em grupos pequenos o convívio fica bem mais agradável.
Momento destinos: 
Milano – é aquele desbunde, com o Duomo e a Galeria Vittorio Emanuelle. Tudo, digamos, superlativo. 
Verona – foi linda surpresa. Pensava que só tinha a história de Romeu e Giulietta, mas a cidade é antiquíssima e histórica, com pontos da época romana, como uma arena. E um mercado popular interessantíssimo. 
Como – cidade debruçada sobre um lindo lago. Também com uma igreja antiga e interessante. O que é uma redundância na Itália, porque toda cidade mais antiga tem uma igreja também antiga e interessante, no mínimo.
Venezia – deslumbrante e extasiante. Única e própria. A parte principal é diminuta, o que contrasta com todo o peso da majestade da Sereníssima.
Padova – para os católicos é um lugar de devoção. A Basílica de Santo Antônio impressiona.
Pisa – outra grata surpresa. A parte antiga, a Praça dos Milagres, e as ruelas que a cercam, são lindos. Impressiona a quantidade de turistas.
Bom, me despedindo, que aqui é mais de meia noite e amanhã temos Firenze a explorar. Muita expectativa. 
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