Diário de Viagem – Itália – parte 6

Reencontrar-me com Roma foi muito bom.

Começamos o dia no grande grupo, visitando os Musei Vaticani e a Basílica de São Pedro.
Dicas úteis: quem não tem condições de caminhar muito não deve fazer esse passeio. Ficamos caminhando em torno de quatro horas. 
Há alguns locais de parada; um ou dois cafés durante o percurso. Mas se você estiver em um grande grupo, vai depender da boa vontade do guia pra parar.
Se você estiver sozinho, com o Roma senza fila se consegue driblar a várias vezes quilométrica fila de entrada. Falo com conhecimento de causa, porque quando fui sozinha foi o que fiz: paguei um pouquinho mais caro pela entrada e não fiquei na fila. Já falei sobre isso num post, mas estou sem wifi enquanto escrevo, e não tenho como recuperá-lo.
Um agravante: hoje é sábado, e certamente a quantidade de gente pelos pontos turísticos de Roma deve ter aumentado consideravelmente em função disso.
Mais um detalhe: a segurança no Vaticano também é monumental; o que ajuda na formação das filas; já que todos têm que passar pelo raio x.
Foi bom fazer a visita guiada, por um lado. Porém, por outro, desilude saber de pequenos erros de grandes obras, como os da Capela Sistina.
Terminado o passeio, no tempo livre peguei minha turminha e fiz um itinerário que percorresse a maior quantidade possível de pontos importantes de Roma e que fosse possível de se fazer em meia tarde.
Fomos à Piazza di Spagna e almoçamos na Via della Croce, nos arredores.

Dali tomamos a Via dei Condotti, super estrelada com grifes das mais chiques, até a Via del Corso, uma das principais de Roma.
A certa altura quebramos à direita para alcançar o Pantheon.
Uma delícia caminhar pelas ruelas para vir e voltar à Via del Corso.
No mais das tantas se descortina a Câmara de Comércio:

Seguimos até a Piazza Venezia, onde fotografamos o Monumento a Vitorio Emanuelle II e tomamos “o” gelato “veramente italiano” no Café Brasile.

Seguimos pela esquerda do Monumento, passando pelo Mercado de Trajano e Fórum Romano, e terminamos no Coliseu.

Nem sei explicar direito o que senti. Foi muito bom ver que fui capaz de guardar perfeitamente bem na memória a localização de cada coisa; que sou capaz de me virar em Roma sozinha.

E uma sensação que não passa é a emoção de pensar na cultura riquíssima que já existia aqui muito antes de Cristo. E tentar recriar tudo isso na cabeça, a partir de uma série de ruínas. Em Roma você caminha sobre a História. 
Essa caminhada tem cerca de seis quilômetros.
Roma é uma cidade para se andar a pé.
Pena que não foi possível fazer mais coisa. Ficou um gostinho de quero mais… Uma ótima desculpa para voltar…
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