Buenos Aires – dia 2

Esse segundo dia em Buenos Aires foi marcado por verde, muito verde.

Começamos em Palermo, no Jardín Zoológico. Experiência bacana, principalmente para quem não ia a um zoo há alguns anos. 

Em frente ao Zoo fica o Jardín Botánico. Local por demais aprazível, repleto de árvores e plantas, pontuado por esculturas lindíssimas. Entrada franca. 

Fomos em torno do horário do almoço, e muita gente faz sua refeição e vai sentar, pensar e curtir a vida no Jardín Botánico.

A pedida seguinte é atravessar a Avenida Santa Fé e adentrar pelas ruas de Palermo. Compramos até coleira pra um dos nossos gatos em uma pet shop descolada.
Quando cansar de pernear pegue um taxi e vá para o Museo Nacional de Arte Decorativo, na Avenida del Libertador, 1902.
Era residência de uma família tradicional argentina, datada do início do século 20, que acabou comprada pelo governo e virou museu. Abriga uma coleção rica, inclusive com estátuas do século IV a.C.
O Museo conta com um café charmosinho, onde se come um autêntico alfajor delicioso.
O próximo passo é seguir a pé na Avenida del Libertador, passando por inúmeras “plazas” arborizadas. Muita gente vai caminhar ou levar o cachorro pra passear.

Depois do Museu de Belas Artes se pega o início da Avenida Alvear, ladeada por prédios e casas belíssimos, nos quais há lojas das marcas mais importantes.
É nessa avenida que fica o Hotel Alvear, o mais fino de Buenos Aires atualmente. 
Também conta com a Galeria Alvear, com lojas igualmente elegantes de marcas argentinas.
É lá que fica uma das lojas de Maria Mateo, que faz artesanalmente esplêndidas pashminas, cachecóis, estolas de fitas de seda. Lindos produtos. Seu trabalho aparece constantemente em revistas, como um dos itens típicos de Buenos Aires. Must-have.
Na Avenida Alvear ainda está a Embaixada do Brasil, um palacete defronte à Plaza Carlos Pereyo. E bem próxima está a Embaixada da França. Pena que ambas estavam com as magníficas fachadas parcialmente cobertas, em reforma.
A segunda noite foi dedicada ao show de tango. Optamos pelo do Café Tortoni. Gostamos bastante. Ocorre no subsolo do café, em dois espetáculos, às 20:30 e às 22:30, com duração de uma hora.
O show é uma mescla de teatro sobre como nasceu o tango e apresentações da dança, bem como de milongas e danças “gauchas”, que se assemelham muito com as nossas apresentações de chula e com boleadeiras.
Um aspecto muito bom de se assistir no Tortoni é ir e voltar a pé do hotel, caso esteja hospedado na região.
Fiquei impressionada com a quantidade de pessoas caminhando tranquilamente na Avenida de Mayo em torno das 22 horas…
Finalizando discorrendo sobre algo que adoro fazer: percorrer os supermercados e farmácias dos lugares por onde ando. É muito bacana descobrir marcas de produtos que fazem parte do nosso dia a dia, bem como embalagens muito diferentes. Faz parte da graça da viagem.
Uma coisa interessante daqui: alguns lugares contam com wi-fi aberto e gratuito. Como a Galerias Pacífico e o Jardín Botánico.
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