Dicas para uma viagem tranquila

– Deixar uma cópia dos cartões de credito que vai usar no exterior com uma pessoa de sua confiança, para o caso de perda, roubo, furto, extravio, para bloquear/cancelar os cartões;

– O mesmo vale para o passaporte;
– Lembrar de levar a nota fiscal de eletrônicos, tablets, câmeras celulares. Já encrencaram comigo no retorno ao país por causa do meu IPad velho…;
– Levar todos os dados de vôos, transfers e hotéis num caderninho, para o caso de perda dos vouchers;
– No mesmo caderninho, anotar os dados das Embaixadas/Consulados do Brasil nos países para onde vai viajar;
– Levar copia do passaporte, para o caso de não querer ou não poder andar com ele por aí;
– Fazer a carteira de motorista internacional, que serve de identificação – grande dica da minha amiga Fernanda Ferla; não fiz a minha ainda, mas farei;
*Atualizando: minha amiga Roberta Matias, proprietária de agência de viagens, alertou que é necessário apresentar junto a carteira de motorista nacional;
– Esses diários de viagem são super práticos. Anoto tudo aí, desde museus, restaurantes, lojas, pontos turísticos e históricos onde quero ir, comidas e bebidas para experimentar, coisas para comprar, etc. Tilibra, baratinho, uns R$13;


– Colocar seus dados numa folha. Nome completo, endereço, email, celular. Para colocar dentro das suas malas, para o caso de extravio.

– Levar muda de roupa na mala de mão;

– Levar protetor auricular para a dor de ouvido na decolagem e aterrissagem (quase morro);

– Tomar a vacina da febre amarela e fazer a carteira internacional de vacinação na Anvisa, para não se esquentar mais com isso por dez anos;

– Levar adaptador de tomada;

– Levar farmacinha de precaução (remédios para vômito, diarréia, dor de cabeça, febre… o básico) e seus remédios habituais;

– Lembrar de não levar líquidos com mais de 100 ml na bagagem de mão, e colocá-los no saco ziploc (aquele de congelar comida que vende no mercado). Às vezes não encrencam por causa do ziploc e às vezes enchem a paciência. Logo, ziploc – aliás, levo uns de reserva, porque são práticos;

– Liberar cartões de crédito para uso no exterior;

– Dependendo do destino, vale a pena contratar pacote de voz, com “x” minutos para ligações, para garantir comunicação, principalmente para o caso de enfrentar algum problema e precisar ligar para alguém; e dependendo do destino vale a pena comprar chip local;

 – Levar cadeado(s) de reserva;

– Se vou para o exterior sempre levo minha mochila da Samsonite como bagagem de mão. Ela volta com os “recuerdos” frágeis. Se estou sozinha, quando vou entrar no vôo coloco cadeado em cada bolso e vou tranquila;

– Sempre lacro minhas malas naquelas máquinas de plastificar quando vou para o exterior. Ajuda a protegê-las de tanto manuseio e de alguma forma auxilia na segurança. As empresas também oferecem seguro e ajudam a rastrear a mala em caso de extravio;

– Às vezes o hotel oferece esse serviço; lacrei minha mala já no Iberostar, por um valor bem mais em conta do que no aero;

– Sempre levo papel e material escrevente; sempre tem aqueles formulários de imigração ou alfândega para preencher;

– É legal levar uma balança para mala. Ajuda a controlar o excesso de bagagem;

– Dessa vez, no meu retorno montei a gaveta de viagem, onde coloquei todas as coisas que só uso ao viajar. Cadeados, balança de mala, adaptador, doleira…
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