O vício em açúcar 

Costumo ouvir muito que sou xiita em relação à dieta; o que significa que não como nada fora do que está prescrito.

Na verdade, o que tenho pra dizer é que não estou de dieta. Mudei minha vida, meu estilo de vida. E em busca de saúde.

Acontece que o açúcar vicia. Sim, o açúcar vicia. E eu sou alguém que pode falar sobre isso de cadeira.

Açúcar não é diferente do álcool, das drogas, do cigarro, gente. Uma vez viciado naquilo ali, você quer comer açúcar todos os dias, você sofre com a abstinência, se você tem em casa você fica pensando no raio da coisa com açúcar até comer tudo até o final. É simples assim.

Quem fala isso é alguém que conseguia comer praticamente uma caixa de bombom de uma vez só, quase uma lata de leite condensado de uma vez só… e o restinho ia logo em seguida, não durava muito tempo pra contar a história. Uma barra de chocolate chega a ser brincadeira pra quem é capaz de comer uma caixa de bombom…

O negócio com açúcar é como com os Alcoólicos Anônimos: uma dia de cada vez. Mais um dia sem açúcar. E mais um dia sem açúcar. E por aí vai…

Eu procuro, sim, me manter dentro daquilo que a minha nova vida me permite. Como diz na Palavra, “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém”. É isso. Eu posso comer qualquer coisa que vir pela frente. Mas nem todas elas me convém. Por que vou provocar algo que domei com muito custo?

Não sei o que provoca essa fissura por doce. Acho que o fator genético é bem forte. Meu pai e o lado dele da família sempre foram formigas. Então tu já tem uma predileção pelo doce, e aí entra a dependência, porque quanto mais come, mais quer comer.

Quer dizer que tu não vai mais socializar? Não, não quer dizer. Quer dizer que não necessariamente vou comer quando estiver socializando. Ou vou fazer opções dentro daquilo que costumo comer. Ou efetivamente vou comer eventualmente algo fora das minhas opções. Simples.

Sempre admirei essas pessoas vara pau que comem praticamente um boi e não ganham um grama. Infelizmente não faço parte desse time. Se eu respirar mais fundo, tomar um copo d’água e não fizer exercícios, vou engordar. E viva a diversidade!!! De padrões e de metabolismos…

Então tive que aprender a fazer o melhor com o corpo e o metabolismo que Deus me deu. Mesmo que isso signifique me privar de alguma comida que me dá prazer, mas não me traz benefício. Como o açúcar.

E sim, eu ainda como coisas fora daquilo que está prescrito; desde que fiquem dentro daquilo que vivo agora.

Exemplo: meu doce preferido atualmente é da Mais Fit. Que não tem açúcar.


Ah, é igual aos feitos com leite condensado? Não. Mas é melhor do que não comer nada quando dá vontade de se recompensar no final de semana. E é gostoso, sim.

Também invento umas misturinhas, ou testo receitas dos outros. Como esse mingau de aveia com whey, morangos e calda zero tudo – que, tenho que dizer, ficou delícia:


Isso é whey, farinha de amendoim e calda de doce de leite zero:


Bolo fit de paçoca:


Ou algum doce pronto:


Ou um smoothie da Flex:


Só que nada disso tem açúcar. Porque nem tudo que é bom faz bem.

Se eu sou mais feliz hoje ou era mais feliz antes? Hoje, disparado. Minha saúde, minha qualidade de vida, melhoraram muito, e agradecem. E eu continuo comendo coisas gostosas.

Acho que uma coisa essencial de passar é isso: não é sacrifício nenhum comer corretamente. Não se deixa de comer o que é gostoso. Só cortei o que me fazia mal.

Se eu fosse ouvir cada pessoa que me diz “só hoje pode, não vai fazer mal”, ainda seria uma viciada em açúcar.

Vou seguir dizendo não “só por hoje”, “só por hoje”…

UPDATE:

Umas horas depois estava folheando digitalmente revistas femininas no GoRead quando deparei com isso na Boa Forma:


Chás e Temperos

Tomei por aí um chá maravilhoso da Twinings, de limão e framboesa.

Como boa aficcionada por chá que sou, obviamente que já comecei a ir atrás do tal do chá, lançamento.

E foi então que descobri a Loja Sensis, especializada em chás, temperos, especiarias…

Minhas compras chegaram hoje pelo correio, muito bem embaladas.


E ganhei dois saquinhos de outros chás, que não estão aparecendo aqui.

Como fica evidente pela foto, eu realmente gosto de chá, e consumo ainda mais nesse frio que faz aqui no sul no inverno. 

E também curto muito fazer uma comidinha temperada. 

Gostei desses temperos porque eles são sem sódio. Estou sempre procurando temperos sem sódio.

Esse sal rosa do Himalaia já com ervas finas é show. Excelente pra temperar saladas e abobrinha e berinjela no forno. 

Pra quem é fã dessas delícias, essa loja virtual é o lugar certo.

Salgados fit da Prolight

Minha dica de hoje é de um lanche bem saudável: os salgados fit da Prolight.

Experimentei a coxinha funcional, de batata doce e frango; e a crepioca de carne de panela, de fécula de mandioca.



Primeiro que tudo é uma delícia. Segundo, muito fácil de preparar: toca congelado mesmo num prato, dois minutos e meio no micro e está pronto.

Comprei direto no site da marca, combinei com o pessoal o dia e horário de entrega e na hora combinada meus produtos chegaram.

Não tem só essas opções de salgado; e tem inúmeros outros pratos, inclusive de refeição principal.

A coxinha custa R$7,90 e a crepioca R$9,90.

O site é esse aqui.

Água de Coco Obrigado

Eu sempre de-tes-tei água de coco. Pelo menos essas de caixinha. E aí me indicaram a da marca Obrigado. Confesso que quando me propus a experimentar estava bem cética e reticente, no melhor espírito “mais uma pra eu experimentar e dizer que não gosto”. Só que aí veio a surpresa: dessa eu gostei muito!


Pode ser por causa do processo de extração, que não deixa a água de coco entrar em contato com o oxigênio. Não sei o que é, só gostei.

Outra coisa bacana é que tem quatro vezes menos sódio, não tem adição de açúcar e conservantes. Isso é bem legal.

Outra coisa bacana é que tem todo um trabalho da empresa com a comunidade que extrai o coco, toda uma preocupação com a sustentabilidade.

Achei no Zaffari, embalagem só no formato de um litro. Não lembro bem o preço, se R$10 ou R$13.

Arroz com leite de coco

Quero compartilhar uma receitinha das minhas incursões gastronômicas que vem fazendo sucesso em casa: o arroz com leite de coco.

Você vai precisar de:

600 ml de leite de coco;

300 ml de água;

2 colheres de chá de sal; e 

276 gramas de arroz tipo jasmine.

É super fácil de fazer. Basta colocar a água e o leite de coco para ferver, já com o sal. Quando ferver, acrescenta o arroz, dá uma mexida e aguarda vinte minutos, com a panela semi tampada. E está pronto!

Depois que desliga a panela tem que fechá-la e dar mais cinco minutinhos.

Na primeira vez que eu fiz fiquei meio assim, porque não fica um arroz bem sequinho. Ele parece meio empapadinho. Mas não chega a ficar com a textura de um risoto. É por causa do leite de coco. Fica uma delícia, foi bobagem minha.

Vale a pena fazer. É uma boa forma de dar uma renovada nesse prato básico. Fica perfeito no almoço de domingo, por exemplo.

Bendita Horta

Hoje foi dia de almoçar com amigas em um lugar que fazia um tempão que eu queria conhecer: o Bendita Horta.

É um misto de mercado de orgânicos e produtos sem glúten e sem lactose e um bistrot funcional.

O bistrot conta com um prato do dia e um buffet  de saladas orgânicas. E também tem alguns pratos bacanas; lembro de ter visto tapioca e omelete no cardápio.

O prato de hoje era um filé de tilápia grelhado com molho de moqueca e alga hijiki com mix de arroz vermelho integral e chips de banana verde. Tirei aí do Instagram do Bendita:

  
E olha, estava muito bom. Pela cara dá pra ver:

  
Tudo delícia. Limpei o prato.

A porção é legal; até porque tem o buffet de saladas, que é bem variado. E não dá pra resistir, tem que provar uma sobremesa natureba e orgânica.

Escolhi o sorvete orgânico de banana com brownie de chocolate e castanha.

Sendo bem honesta, escolhi pelo sorvete, porque não sou muito de brownie; mas com o sorvete fica uma combinação show.

O sorvete meio que lembra o que faço em casa com banana congelada, quando não quero perder a banana que está amadurecendo demais. Mas só lembra, rsrs.

  
A porção é bem generosa, viu.

O gostoso é sair do almoço e furungar no mercado.

Comprei esse óleo de coco e palma em spray, que só tinha visto na internet:

  
E eu sou fissurada por temperos. Então comprei esse de ervas e alho, sem sal:

  
E uns chips de aipim e de banana verde (os que vieram com o peixe, de banana, estavam fantásticos):

   
 
Mas tem de tudo. Chocolate, tapioca, pão, laticínios, frutas, verduras, legumes, bolachas, lanchinhos…

Lugar pra voltar… E sem pressa…

Fica na Rua Silva Jardim, 344, Porto Alegre.

Diário de Israel

Estava falando sobre viajar para Israel outro dia e lembrei o diário de viagem que fiz quando da minha primeira ida, em junho de 2008.

Seguem alguns trechos.

Israel é lindo, é totalmente diferente. A primeira visão de Jerusalém, com suas casas de uma arquitetura tão diferente, todas de cor bege, em diferentes nuances, é indizível. Um território misto de arenoso e pedregoso, com arbustos esparsos.


Os israelenses com que conversei nas ruas, lojas e pontos turísticos foram muito educados e atenciosos. Mais ainda ao saber que éramos brasileiros.

Vida normal. O único fato digno de nota foi à entrada de um centro comercial em Jerusalém, que fica ao lado de um terminal rodoviário. Devido à concentração de pessoas tivemos de passar nossas bolsas e pertences em um aparelho de raio-x e nós passamos por um detector de metais. Apenas isso.

A comida é bastante diferente em seu tempero, mas sinto uma saudade imensa. Tudo bastante picante. Muitas frutas do lugar (tâmaras, damasco), queijos, peixe. É impossível tomar café com leite quente, porque leite só gelado.

Como é verão lá nessa época, o calor foi intenso, chegando aos 40º C. Todavia, é um calor bastante seco, o que o torna bem mais suportável.

JERUSALÉM:

O primeiro lugar que visitamos foi o Monte das Oliveiras. Embora nossa permanência tenha sido relativamente rápida, o pensamento que se repetia interminavelmente era sempre o mesmo: Jesus, meu Senhor e Salvador, também pisou nesse lugar um dia. Ele contemplou essa mesma vista da Cidade Antiga de Jerusalém. Ele orou ao Pai aqui. Ele se recolhia nesse lugar.

Tudo se dá num torvelinho, porque estava prestando atenção no pastor e no nosso guia, e queria me concentrar no Senhor, e não podia deixar de fazer fotos e o tempo acabou.

A emoção foi maior no próximo local: o Getsêmani. Pensar que aquelas oliveiras (as quais, estima-se, tenham cerca de dois mil anos) provavelmente foram testemunhas da agonia do Senhor é demais para qualquer um. Ali me desliguei das vozes do pastor e do guia e me concentrei no Senhor. Esse é um lugar imperdível.

Outro ponto em que é difícil manter a compostura é a prisão em que ficou o Senhor, sabendo que Ele foi jogado por uma das aberturas na sua parte superior e naquele cubículo permaneceu sofrendo durante a noite.


O Jardim da Tumba é um local lindo. Está fora dos muros da Cidade Antiga. Em uma das pontas está o Gólgota, a pedra em forma de caveira sobre a qual ocorreu a crucificação. Como contraponto, o jardim é cheio de vida, de um verde luxuriante, flores exuberantes. E o sepulcro do Senhor. Me recolhi no cantinho mais afastado daquele cubículo e aproveitei o tempo em que o grupo foi se revezando para fotos para ficar sentindo o lugar. Realmente, “Ele não está aqui, porque Ele ressuscitou”, como diz a placa da porta. Não há morte naquele lugar.

No Jardim da Tumba fizemos nossa ceia, porque é repleto de recantos destinados especialmente para isso, creio. Foi muito tocante e próximo do Espírito Santo esse momento.

Em Jerusalém estivemos ainda na Cidade de Davi, recentemente descoberta, que ainda está sob escavações exploratórias, onde observamos a casa de Bate-Seba, tal e qual Davi. No Tanque de Siloé, onde o Senhor mandou o cego se lavar. No túmulo do Rei Davi e no Cenáculo. Na Cidade Antiga e no Muro das Lamentações. E no Museu do Holocausto.


No último dia em Jerusalém estivemos em Ein Kerem, na fonte em que Maria se avistou com Isabel quando ambas estavam grávidas.

Jerusalém foi emocionante, impactante, cheio de vida e História. Mas o Senhor estava preparando ainda muito no porvir…

MAR MORTO E DESERTO:

O Mar Morto é surpreendente. Lindo, de um azul turquesa. Descortina-se já da rodovia, recortado pelos montes arenosos.


A praia é de pedregulhos. Várias pessoas fazem terapia com a famosa lama do Mar Morto. A água é tépida e tomamos cuidado para não deixá-la entrar em contato com os olhos ou cabelos, pelo altíssimo teor de sal.

E no Mar Morto realmente não se afunda. Nem que se queira. Até se manter sentado é difícil.

Porém, nada me preparou para o deserto, que foi uma experiência única e inesquecível.

Chegamos ao acampamento beduíno, Kfar Nokdim, ao cair da tarde. Andamos de camelo. Participamos de uma palestra que nos apresentou à vida beduína, suas origens e costumes. O povo do deserto, que se deslocava por ele em busca de água e aprendeu a obtê-la daquele terreno inóspito. Que tem como regra acolher todo aquele que bate às suas portas, que se não for recolhido morrerá no deserto. Que sinaliza aos hóspedes que são bem-vindos se receberem três rodadas do café com borra, e de que devem partir logo se receberem apenas uma.

O que mais me chamou a atenção foi a alvura da veste do nosso anfitrião, impecável, onde era bastante difícil manter as roupas e sapatos limpos.

Após jantarmos alguns membros do nosso grupo se reuniram para louvar ao Senhor e esse foi um momento de unidade com o Espírito. Vinham pessoas de outras nações para nos ouvir cantar e para participar. Alguns irmãos contaram que era possível nos ouvir do outro lado do acampamento, bastante distante dali.

E fomos ao culto à beira da fogueira. Vinte e sete nações reunidas, mais de seiscentas pessoas, adorando e louvando ao Senhor à luz das estrelas e da lua. Precisa explicar mais? Foi muito intenso, lindo e emocionante.

Quando voltei à tenda e fui à Palavra antes de dormir abri no Livro de Salmos e meus olhos imediatamente foram chamados ao 47, “Deus, o rei da terra”. E meu coração foi impactado quando comecei a ler: “Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo. Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande rei de toda a terra. Ele nos submeteu os povos e pôs sob os nossos pés as nações. Escolheu-nos a nossa herança, a glória de Jacó, a quem ele ama. Subiu Deus por entre aclamações, o Senhor, ao som de trombeta. Salmodiai a Deus, cantai louvores; salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores. Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico. Deus reina sobre as nações; Deus se assenta no seu santo trono. Os príncipes dos povos se reúnem, o povo de Deus de Abraão, porque a Deus pertencem os escudos da terra; ele se exaltou gloriosamente”.

Não conciliei o sono naquela noite. Dormi intermitente e às duas da manhã era como se o Senhor me chamasse lá fora. Tomei minha Bíblia e meu MP4 e saí. A noite estava gloriosa, cheia de estrelas no céu, a lua que brilhava. A quietude, uma brisa leve. E eu ouvindo louvores ao Senhor nesse cenário. Agradeci-Lhe por aquele momento. Abri a Palavra, novamente no Livro de Salmos. Salmo 8: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. (…) Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites?”. Salmo 9: “Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores.” Coincidência?

Essa noite eu jamais esquecerei. Às vezes estou aqui e me transporto para lá. Hoje os versos “transforma o meu deserto em um jardim secreto, lugar de intimidade contigo”, do louvor “Tua Presença”, também do Diante do Trono, ganharam um significado especial para mim.

GALILÉIA:

Passamos por Sansana, um assentamento que visa povoar o Deserto do Negev, e pela próspera cidade mediterrânea de Ashdod em nosso trilhar para a Galiléia. Podemos dizer que assim cruzamos todo o país. Aliás, o Mediterrâneo é inexplicavelmente lindo e de águas quentes. Maravilhamento.


Na Galiléia estivemos no Monte das Bem-Aventuranças; em Tabgha (onde houve a multiplicação de pães e peixes); em Cafarnaum, onde está relativamente preservada a sinagoga e a casa de Pedro; em Mensa Christi, onde o Senhor perguntou a Pedro se este o amava.

Fizemos também um passeio de barco pelo Mar da Galiléia, em uma réplica dos barcos de pescaria usados no tempo de Jesus. Esse foi outro momento impactante, porque paramos no meio do mar e tivemos uma ministração. Que veio ao encontro do meu coração e do texto que li naquele momento, justamente sobre quando o Senhor disse a Pedro para jogar as redes em determinado local e voltaram elas abarrotadas de peixes, e que devemos tomar a direção que o Senhor nos indica e o resultado será esse, profícuo.

Outro ponto alto foi o Batismo no Rio Jordão, quando quatro irmãos nossos desceram às águas. E outro batismo de uma irmã no Mar da Galiléia. Não importa a quantos batismos eu assista, sempre é um momento de grande emoção. Fico me lembrando do meu batismo e de como a minha vida mudou desde que aceitei a Jesus, e orando para que isso aconteça também com essa pessoa que está declarando ao mundo sua fé em nosso Senhor naquele momento.

RETORNO:

Os dias que passamos em Israel foram poucos, mas intensos. Deixaram muita saudade. Foram dias de liberdade no Espírito, de corpo, mente, alma e espírito dedicados ao Senhor, de reflexão, dia e noite, na Palavra de Deus. De intimidade com Deus.

Ano que vem em Jerusalém. Quem lá esteve conhece essa frase e anseia por poder dizê-la outra vez.

Já estive lá novamente em 2010. Mas no meu coração há um eterno “ano que vem em Jerusalém”.

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