Tô velha – sou do tempo em que ninguém tinha telefone fixo 

Esses dias estava com os meus pais e analisando que todos estávamos lidando com nossos celulares.

E lá pelas tantas lembrei de quando o nosso telefone fixo foi instalado, lá no tempo em que eu era criança.

Sim, gente, sou do tempo em que se fazia a solicitação do telefone fixo pra antiga CRT – Companhia Rio-Grandense de Telecomunicações, e às vezes se aguardava alguns anos até ter o dito cujo instalado. Quem tinha telefone fixo era fino… (kkk…)

Lembro do dia em que foram instalar o tal telefone lá em casa. Foi um acontecimento.

E daí lembro do meu pai me xingando, quando era adolescente, que o telefone não era pra ficar de papo, era pra usar quando necessário.

E milênios depois, quando veio o celular, novamente, quem tinha um era fino… minha irmã ganhou um antes, porque morava fora, pra poder se comunicar mais fácil.

E agora cada um tem seu próprio smartphone, em que o que menos se faz é falar no telefone.

Fui numa palestra essa semana do Tallis Gomes, criador dos apps Easy Táxi e Singu. E ele mencionou esse assunto, que a gurizada de hoje muito mais se comunica por WhatsApp, e que inclusive fica nervosa por conversar ao telefone. Mais uma transformação acontecendo. Fiquei pensando que eu também prefiro as mensagens do que falar ao telefone. O fixo em casa nem atendo mais…

Me senti meio jurássica, né, porque nasci num mundo em que não existia telefone fixo em casa; mas fiquei feliz de estar acompanhando a tendência e preferir as mensagens (kkkk). Fiquei mais feliz ainda de os meus pais estarem uptodate também. Eles que são do tempo em que não existia televisão, e hoje podemos cada um escolher o que assistir na palma da mão.

O que estou usando – Baby Dove e Vichy

Dois produtos que adotei, que foram diquinhas da minha mãe – na verdade, da dermato da minha mãe:

Sabonete líquido Baby Dove hidratação sensível:


Eu sou toda das alergias, né. Então estou achando a maior diferença usar esse sabonete. Espalhei isso aí por tudo, desde a pia da cozinha, pra lavar as mãos, até o box do banheiro, pra tomar banho. Estou amando.

Lenços umedecidos Baby Dove hidratação sensível:


Não dá pra usá-los sozinhos pra tirar a make. Mas pra fazer uma prévia é show!!! Estou sempre de base, corretivo, pó, sombras, rímel, blush… Se eu uso esse lencinho antes de lavar o rosto sobra bem menos coisa pra tirar com os demaquilantes, o que torna tudo mais fácil.

Água termal da Vichy:


Fazia tempo que não estava usando água termal, mas achei que a minha pele está precisando de um produtinho calmante – e pra isso as águas termais são ótimas.

Minha primeira experiência com a da Vichy. Estou gostando bastante. Uso no rosto de manhã, antes do hidratante e do filtro solar. E antes de dormir. Dá uma refrescada legal. Só tem que cuidar pra não tomar um banho…

#Girlboss

Não tenho uma predileção por biografias; mas gostei muito do livro #Girlboss, da Sophia Amoruso.


Já faz um tempo que esse livro está rolando por aí, e em uma época vi muita gente postando que estava lendo. Aí já fico meio desconfiada se vai me agradar… vide 50 tons de cinza – que não li, não vi. Fora que sempre tenho muita coisa pra ler…

Além disso, acredito que a leitura tem que fechar com o teu momento. Acho que agora estou num momento #girlboss…

Gostei do livro porque conta a história de alguém que não se enquadrava no sistema e que venceu no sistema mantendo a sua personalidade. Porque ela fez as coisas à sua maneira. 

Esclarecendo: ela é CEO do site de venda de roupas e acessórios on line Nasty Gal. E nesse livro ela conta a sua história pessoal e trajetória profissional.

Ainda, a história de Sophia Amoruso me prova que aquilo em que acredito – excelência no que se for fazer + descobrir o que você foi talhado pra fazer – te levam a dar certo.

Também achei bacana a generosidade da autora, que abriu espaço pra outras #girlbosses darem depoimentos.

Enfim, vale a pena.

Agora já estou querendo ler o próximo livro dela, Nasty Galaxy, que visualmente já faz os olhinhos brilharem – mas está quase R$ 100 pilas, e tenho uma pilha imensa de livros na frente pra ler.

Make Up For Ever – base e corretivo

Estava precisando de um corretivo é uma base, e isso não dá pra comprar pela internet. Porque é necessário testar a consistência, a textura e, principalmente, a cor.

Então fui na Sephora do Iguatemi Porto Alegre.

Sempre tenho medo de ir na Sephora; porque é como uma Disney pra mim. A probabilidade de eu surtar lá dentro é grande…

Quem me atendeu foi a Maiane. Para os meus padrões, o atendimento dela foi perfeito. Me perguntou desde o que eu queria (se algo de alta cobertura, se de média, se fininha), se tinha alguma específica em mente, características da minha pele (oleosa, mista, seca, normal), se ao sol a minha pele fica mais vermelha ou fica bronzeada, se queria um corretivo mais iluminado ou mais natural, se queria para aplicação com a mão ou pincel.

Nós tiramos a minha maquiagem e ela veio com duas opções de tom de um corretivo e de duas bases de marcas diferentes. E aí fizemos aplicações diferentes de produtos em um lado e em outro do rosto. E depois disso observei o resultado em diferentes espelhos.

Ela passou pó, fez um contorno natural, aplicou blush.

Gostei muitíssimo do atendimento. E até acabei levando outros produtos que nem esperava comprar.

Sobre o corretivo e a base: escolhi os da linha Ultra HD da Make Up For Ever. 


Essa linha Ultra HD é bacana porque foi desenvolvida pra ser usada por quem vai fazer fotos profissionais ou filmagem.

A base é de cobertura média, mas permite a construção em camadas. A textura é muito gostosa e suave. Estou usando com um pó solto da Clinique, e fica perfeita. A aplicação tem sido com a mão mesmo.
O corretivo cobre bem olheiras não pronunciadas e veias. Tem que dar uma controlada se após algum tempo não fica um pouco oleoso. Mas aí é só dar uma passada com a mão no local.

Pra quem está nesse périplo de achar a base ideal, espero que as dicas desse vídeo e desse outro da Alice Salazar ajudem.

Go Read

Minhas primeiras leituras foram de gibis. E desde que me entendo por gente leio revistas. Veja, Superinteressante, NatGeo, Manequim, Claudia, Caras… Gosto de ler. Ponto.

Com o advento das revistas em formato digital, assinei o Iba Clube, que me dava direito a ler quatro revistas.

Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o Iba se tornou o Go Read.

Por R$ 22,90 se tem mais de 100 títulos diferentes pra ler. Todas as que já mencionei, gibis, Boa Forma, Cosmopolitan, de fotografia, de cachorro, de gato, de decoração, Exame, Você S/A, de viagens, de história, de culinária… Gente, me senti o Tio Patinhas mergulhando no dinheiro da caixa forte!!!!!

Quem quiser conferir, basta acessar esse link.

Mudanças de vida que valem a pena

Já há um tempo quero escrever sobre as mudanças que tenho feito em minha vida, porque esse relato pode ser de alguma forma útil para alguém que esteja passando pelos mesmos problemas de saúde pelos quais passei e que ainda luto para manter sob controle.

Desde adolescente tive disfunções de tireoide. Primeiro hipertiroidismo, que depois de tratado virou hipotireoidismo. Então há mais de vinte anos faço suplementação do que a minha tireoide não produz.

Desde adolescente também luto com o meu peso. Sempre gostei de doces, e meu metabolismo tende a ser bem lento, justamente por conta do hipotireoidismo.

Em 2014 o meu quadro ficou pior. Passei a me sentir realmente exausta. O endocrinologista no qual eu ia na época me disse que eu me assemelhava a um carro que estivesse ficando sem combustível, porque meu metabolismo era muito lento; e que eu devia ter síndrome metabólica, pelas alterações que os meus exames estavam apresentando. E que seria praticamente impossível mudar esse quadro.

Lá pelas tantas, no ano passado decidi me consultar com uma nutróloga, pra ouvir uma segunda opinião. Sempre fui anêmica crônica, não fixo o ferro. Achei importante ouvir alguém da área da Nutrologia sobre isso.

E foi com a nutróloga que descobri que não fixo várias vitaminas, além do ferro. Passei a tomar vitamina B12, C, B1 e B5, e o ferro. E a acertar a dosagem dos hormônios da tireoide.

A essa altura já estava até com dificuldade pra levantar da cama de manhã. A sensação que eu tinha era a de estar eternamente à beira de um desmaio. Era realmente como se estivesse desligando, como se fosse ficar sem combustível.

Aos poucos fui me sentindo bem melhor. Mas ainda comia bastante errado. Nesse ínterim descobri ser intolerante a glúten, e passei a comer muito pão de queijo e cookies sem glúten, achando que assim estaria fazendo um bem pra minha alimentação, já que estava evitando o que me fazia mal.

Até então estava sem fazer atividade física. Em março desse ano decidir começar a praticar pilates. Me fez muito bem.

Comecei a me incomodar com as cobranças da minha nutróloga, quando das minhas consultas mensais, a respeito do meu peso, e de que deveria mudar a minha alimentação.

Decidi, então, procurar uma nutricionista em maio.

Foi a partir daí que senti uma grande diferença na minha disposição e na minha condição.

Foi muito difícil saber que estava com 46% de gordura, e foi muito difícil ouvir que era forte candidata a ter um ataque cardíaco por conta disso, na casa dos trinta anos.

Mudei completamente a minha alimentação, e meu percentual de gordura  já está bem mais aceitável. Já mandei embora muita gordura.

Minha nutricionista começou a me incentivar a praticar musculação. A ir pra academia.

Relutei um tempo. O meu habitat natural são as livrarias e as bibliotecas. Sabia que ia me sentir um peixe fora d’água…

Mas não me dei por vencida. Minha estratégia foi a de, pela primeira vez, chamar um personal. É ele quem me faz sentir confortável na academia, é ele quem me traduz o ambiente.


Há dias em que é bastante difícil levantar da cama pra ir treinar. Nunca curti acordar cedo, e agora levanto às 5:30 da manhã de segunda a sexta. Mas a recompensa, que é o bem estar, que é saber que estou fazendo algo muito bom por mim, faz valer muito a pena, me motiva a seguir em frente. O fato de o meu corpo responder muito rápido à musculação também ajuda. E de me ver fazendo coisas que achava que seriam impossíveis.

A parte que achei que seria a mais difícil, que era a da alimentação, acabou se revelando tranquila. É claro, demanda bastante planejamento, envolvimento e preparação. Mas saber que estou comendo de forma bem saudável é o meu pagamento. Compensa bem os doces que deixei de comer.


Mais um detalhe: antes de começar a treinar a sério, fui procurar um médico do esporte, que também é ortopedista. Tenho escoliose congênita, e uma série de coisinhas em decorrência disso. Assim, fiz uma bateria de exames antes de começar, e ainda tive que complementá-los nesse final de semana. 

Por que estou falando sobre tudo isso?

Primeiro, porque estou imensamente feliz com toda essa mudança de vida.

Segundo, porque se eu estou fazendo isso, de comer corretamente e colocar atividade física na minha vida diária, qualquer “pessoa média” pode fazê-lo. Tenho disfunções metabólicas, intolerância a glúten, problemas de coluna, quadril, ombro, joelho e pé, e amava comer doces. Se eu faço, qualquer pessoa média pode fazer. Quero que esse relato sirva de estímulo e encorajamento pra quem esteja na mesma condição.

O que posso dar de dicas?

1. Se sentir que não vai conseguir sozinho(a), procure um profissional pra te ajudar. Não saberia dos meus problemas com vitaminas se não tivesse ido a uma nutróloga, não estaria comendo corretamente se não tivesse ido a uma nutricionista, não estaria na academia sem o meu personal.
2. Não basta procurar um profissional, tem que ser alguém que tenha a ver contigo, com quem se tenha empatia.

3. Antes de começar uma atividade física, procure um médico do esporte. Principalmente se estiver totalmente sedentário(a) e já tiver um histórico de alguns probleminhas.

Ainda não cheguei onde quero; porém, a própria jornada pra chegar lá está sendo muito prazerosa. E se esse texto puder ajudar alguém que esteja na mesma situação em que já estive, terá cumprido seu propósito.

Light-Poo da Elseve 

Há um tempo venho ouvindo falar dos low poo e no poo; os xampus com menos produtos químicos, sem sulfato, sem petrolato, que não retiram tanto a proteção natural do cabelo pelos efeitos detergentes desses componentes.

Já estava com vontade de testar o produto, e usei o fato de ter começado a academia como desculpa pra finalmente comprar um.

Escolhi o Light-Poo Tudo em 1 da Elseve; versão pra cabelos ondulados e cacheados sem forma.


Pra quando se tem que tomar banho correndo, o produto é fantástico. Porque lava, condiciona e modela numa passada só. Tudo muito rápido.

Para o comprimento do meu cabelo, médio, a indicação é de dar seis pumps na válvula. Ou seja, vai bastantinho produto, mas se aplica uma só vez. O vidro tem 400 ml.

A consistência é de um condicionador leve. Fiquei meio preocupada com isso, porque a raiz do meu cabelo é oleosa. Mas gostei muito do resultado.

Dá pra salvar bastante tempo, porque ao invés de passar xampu duas vezes e mais o condicionador, passa só uma vez o low poo.

O natural do meu cabelo é de um ondulado pra um pouco cacheado, e o low poo acentua esse cacheado. Sim, porque o produto realmente também modela.

Ou seja, testei o produto não pelos motivos politicamente corretos. Usei mesmo pra salvar tempo. E aprovei.

Não usaria todos os dias. Estou intercalando com meus xampus e condicionadores de uso cotidiano.

E tenho que dizer que nas duas vezes em que já o usei o meu cabelo não estava sujo. Havia lavado à noite, fui pra academia na manhã cedo seguinte e voltei e lavei o cabelo de novo com o low poo. Portanto, não sei o efeito se usado no cabelo realmente sujo.

Nesse post do blog Cacheia tem todo um guia sobre os produtos low poo e no poo, com detalhes técnicos, inclusive.

De minha parte, vou continuar usando o low poo pra salvar tempo mesmo.

Essa linha da Elseve tem mais três produtos, um pra cabelos danificados ou com coloração, outro pra cabelos cacheados a crespos ressecados, e mais um pra lisos sensibilizados com escova; e claro que há uma infinidade de produtos de outras marcas também.


Gostei desse porque se encontra fácil no super e na farmácia.

Paguei R$ 39 na Panvel.